A nova mistura do Pato Fu
07.06.2010 • 14:18
ENTREVISTA AO BOM DIA

Quarta-feira, 02 de junho de 2010 - 16:47

A nova mistura do Pato Fu

Prestes a completar 18 anos de carreira, banda se prepara para lançar novo trabalho e aposta no mix de influências para agradar

Danielle Gaioto
Agência BOM DIA

O Pato Fu virou alquimista. Sim, um alquimista que busca em suas misturas de influências traduzir uma ideia simples, mas de difícil execução em seu próximo CD.

Prestes a lançar o novo trabalho - o 10º disco da banda chega às lojas em julho, depois da Copa -, o Pato guarda a sete chaves a nova mistura. Nada é revelado por enquanto, mas a base dessa poção será lançada, nos próximos dias, no site do grupo - www.patofu.com.br.

Em entrevista ao BOM DIA, com direito até a palhinha da música “Perdendo Dentes”, a vocalista do Pato Fu, Fernanda Takai, conta novidades sobre a banda e mostra um pouco do que os fãs podem esperar do show que será a atração de sábado, dia 5, na Festa da Cerejeira, em Garça (32 km de Marília).

“Todo disco gera alguma expectativa e a gente já vê um monte de burburinho sobre o novo trabalho. Não dá para revelar nada ainda, mas espero que as pessoas fiquem felizes. A gente caprichou e trabalhou bastante em uma ideia que é muito simpática e que, em breve, todos vão poder ouvir e também ver parte dela. Vai ser difícil parar de ouvir”, adianta.

O novo trabalho promete ser mais alegre que o último trabalho do grupo, o disco “Daqui Pro Futuro”, lançado em 2007. A espera de três anos por um novo trabalho, explica Fernanda, faz parte de um processo de maturidade do grupo, que em setembro completa 18 anos de estrada.

Entre as influências da banda, mistura de ritmos do mundo todo, de várias épocas, principalmente anos 80.

“Essa mistura é fundamental para o Pato Fu. Todos os integrantes têm influências variadas. Por mim, posso dizer que gosto desde o repertório da música popular brasileira a bandas japonesas e inglesas e tudo isso tem, de certa forma, referências em nosso trabalho.”

Quanto aos trabalhos solo, Fernanda diz ter vontade de gravar um novo disco, “mas ainda não sei como, nem quando”, conta.

“Conseguir conciliar todos estes projetos musicais mostra que o que temos com o Pato Fu é realmente muito precioso.”

Simpática do começo ao fim da entrevista e dona de uma voz meiga como só, a vocalista do Pato Fu revela que, às vezes, também sai do tom. “Sou muito bem-humorada, mas tem horas em que também falo grosso. Quem for ao show poderá ver uma Fernanda transformada”, brinca.





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