Um dos momentos mais importantes do calendário de novas tendências das artes no país já tem data para acontecer. De 12 a 27 de novembro, o Eletronika e o Festival Vivo arte.mov acoplam-se numa plataforma única, sob o guarda-chuva do programa Vivo arte.mov, para levar a Belo Horizonte uma amostra expressiva do que há de mais instigante na música e no audiovisual contemporâneos.
O Palácio das Artes foi escolhido para sediar as atividades da versão belo-horizontina do evento, cuja programação musical contará com nomes aclamados do exterior e do Brasil. A novidade é que o Rio de Janeiro também recebe este ano pela primeira vez, no Vivo Rio e no Estúdio RJ, uma extensão do programa, nos dias 17 e 18, com os destaques da edição mineira.
As atividades começam em 12 de novembro, com a exposição Ruído de Fronteira, que inclui o lançamento da Revista Eletronika, publicação online voltada para a produção artística contemporânea e o viés comportamental da nova ordem digital e da cultura da mobilidade. Ainda dentro da programação, de 12 a 20 de novembro o Cine Humberto Mauro recebe uma mostra de filmes, com longas e curtas selecionados por Rodrigo Minelli para apresentar a vertente audiovisual do tema.
Entre 16 e 19 de novembro, o Palácio será embalado pela programação musical do Eletronika, num desfile de nomes que despontam em festivais internacionais, com curadoria de Aluizer Malab e Marcos Boffa. Entre eles, o público conhecerá o canadense Rich Aucoin, que surpreendeu a todos na edição mais recente do festival norte-americano SXSW, em Austin, ao surfar com uma prancha sobre a plateia.
Outro highlight internacional no Eletronika é a banda eletrorock inglesa Ladytron, que obteve ótima acolhida da crítica em seu quinto álbum, Gravity the Seducer, lançado em setembro passado. A programação estrangeira inclui ainda Nortec Collective, Surtek Collective, Kisses e Glasser.
Mas o Eletronika não conta apenas com artistas estrangeiros. A cena brasileira foi filtrada pelo olhar apurado de Mauricio Takara, que se divide entre o palco (à frente do projeto São Paulo Underground, que mantém com o norte-americano Rob Mazureck) e a curadoria dos shows que ocupam a Sala João Ceschiatti – com alguns dos artistas mais inquietos da vanguarda indie nacional, como Objeto Amarelo, Test e Psilosamples, além do grupo Elo da Corrente, um dos destaques na cena emergente do hip-hop paulista.
Para mais informações acesse: www.festivaleletronika.com.br/2011
O Eletronika é realizado pela Malab Produções, com patrocínio da Vivo, do Governo do Estado de Minas Gerais e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.















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